domingo, 30 de junho de 2013

Amigos

 (Renoir - Le Moulin de la Galette) 

Quando achamos que esgotámos as palavras, há sempre alguém, um poeta, um escritor (escritora neste caso) que salva um espaço como este da pasmaceira.
Não. Não há exagero algum, Cristina. Isto dos amigos é mesmo assim... «conservá-los e admirá-los e elevá-los», sempre que possível.

«Não há nada melhor no mundo inteiro do que estar com os nossos amigos. E conversá-los! E admirá-los! E elevá-los! Não deve haver coisa melhor! Ou então sou eu que sou uma exagerada!»
   
Cristina Carvalho (com link) - 29 Junho 2013 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Começa o Verão, ou talvez não.

O que é nacional é bom.
É uma frase cliché, bem sei, mas esta banda Minta & The Brook Trout (do norte de Portugal, presumo) confirma a legitimidade da mesma.
Nem sei o que dizer deste tempo, tempo da meteorologia... Quem sabe, dar umas boas-vindas musicais a um Verão que resolveu também emigrar nos anime, ou talvez não.
        (mais informação sobre Minta, aqui e aqui).

Bom fim-de-semana!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Abraços

Fernando Tordo, Carlos Mendes e Filipa Pais formaram o trio de músicos que em 2012 percorreu vários recantos do país com este espectáculo intitulado "Memorial".
Eu assisti a um e confirmo.
Foi memorável este "Memorial".

Saio de cena por uns tempos (profissão "oblige") mas deixo  um abraço (grátis) para quem o quiser receber e esta belíssima interpretação a três vozes. 



ABRAÇOS 
Eu sou aquele que te dá abraços
Que te estende os laços
Que te quer para sempre

Eu sou aquele que te estende os laços
Que te dá abraços
Sou toda a gente

Abraços
Abraços
Não pagas nada pelos meus abraços

Eu sou aquele que diz num cartaz
Que não tem preço a paz
Por dentro de um abraço

Eu sou aquele que traz consigo a paz
e escreveu num cartaz:
Faz como eu faço

Abraços
Abraços
Não pagas nada pelos meus abraços

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Apesar de tudo...


Eu gosto do meu país, apesar de tudo.
E quem gosta, seja do país seja dos cidadãos desse país, dá e faz o melhor por ambos. Usa o bom senso para que todos se sintam bem, felizes e plenamente justiçados nos seus deveres, mas também nos seus direitos.
Sabemos, infelizmente, que não tem sido assim.
E eu gosto do meu país. Só que às vezes, apetece-me tanto fugir dele!...

Há um ano atrás foram os mesmos: Portugal.The Man.
Bring All My People with me...

domingo, 9 de junho de 2013

Estranhezas

Estranho o silêncio (amordaçado).
Estranho o ruído ensurdecedor do "está tudo optimamente bem...."
Estranho isto e aquilo, mas não estranho a hipocrisia. 
É dela que nasce o universo dos "virtuosos" pobres de espírito, dos avarentos, dos mentirosos e dos ilegítimos donos deste estranho mundo onde somos chamados a dizer de nossa justiça. 
Está dita a minha!

JJ Cale - "Strange days" e a continuação de um bom fim-de-semana.

 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

«Dialogar não significa 'piscar o olho'»

«Dialogar não significa 'piscar o olho'» António José Seguro (líder do PS dixit - dia 4/6/2013)

Concordo Josezito. 'Piscar o olho' nem sempre implica um diálogo e um diálogo pode perfeitamente dispensar esse tal pisca-pisca. Na verdade, meu caro Josezito, tudo depende... Uma coisa não implica a outra.

Mas atenção José... Ao contrário daquilo que afirmaste nos meios de comunicação social sobre dialogar e 'piscar o olho', eu, e como sabes sou mais tu cá tu lá, não estou a referir-me à política propriamente dita.

Smiley 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Asqueroso despertador

E o objecto mais asqueroso volta a tocar. É segunda-feira!
Num pi pi pi certeiro e irritante, atirar o infeliz contra uma parede, seria uma boa solução não fosse o facto de ter que comprar um, sempre que tivesse vontade de cometer esta loucura matinal.
Descansa ao sábado e ao domingo para bem dos meus tímpanos. Já não é mau. Porém, hoje é segunda-feira!
7h07 e entra em ação o pi pi pi do meu despertador.

Smiley

sábado, 1 de junho de 2013

A Bruxa Gilberta

A minha contribuição para homenagear este Dia Internacional da Criança, que é nosso também, pela criança que vive em cada um de nós. 
A história é da minha autoria. Surgiu-me há pouco enquanto jantava.
 Smiley
      
      A Gilberta era uma bruxa muito distraída. Era tão cabeça no ar que os seus maiores disparates aconteciam sempre em terra bem firme.
     Um dia esqueceu-se da vassoura voadora não sabe onde, e quando precisou de sair, numa emergência (tinham-se-lhe acabado os fios de teia de aranha que usava para secar a sua verruga), ligou aflita para a praça de vassouras-táxi.
Pediu urgentemente a vassoura mais rápida que havia, pois os tratamentos de beleza de uma bruxa eram levados muito a sério e tinham prazos de tempo bastante rigorosos.
Foi então que em minutos, junto ao casebre, apareceu a bomba de uma vassoura, último modelo de fábrica, o top das vassouras voadoras - uma VXW100 - modelo supersónico movida a xixi de morcego. 
Porém, a bruxa Gilberta, cabeça-no-ar como sabem, saiu apressadíssima, esquecendo-se da janela aberta...
      Na volta, deparou-se com o casebre revirado do avesso. 
A Gilberta, bruxa de profissão, cabeça-no-ar por sistema e pouco esperta por opção, acabava de ser vítima de um assalto!
     Valeu-lhe o "chauffeur", que é a bem dizer em português significa condutor da vassoura modelo supersónico ter-lhe dado uma mãozinha.  
Quando digo mãozinha, quero dizer que o bruxo Katespero e a bruxa Gilberta deram mesmo as mãos e se apaixonaram bruxamente um pelo outro. 
Voaram sem destino, montados na VXW100, numa noite estrelada de Verão.
E como eu sei que gostaram desta história, imaginem agora, o resto.
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