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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Não são Papos de Anjo mas os papos dos olhos do Vítor Gaspar

Há quem diga que enquanto "relógio", independentemente da corda ou não, eu tenho um razoável poder de observação. Tem dias...
Às vezes, e, citando conhecidos ditados populares, mais pareço " um burro a olhar para um palácio" ou usando outros animais da quinta, "não vejo um boi à frente".
Neste caso, vi, li a notícia e observei os olhos do "nosso" Ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
"Bah!... Coisas de mulher..." - pensarão algumas pessoas, mas o que é facto, é que as mulheres também lêem nas entrelinhas dos olhos dos homens, mesmo que sejam os olhos de um  ministro com o qual não simpatizamos.
Claro que, pode até não haver nada para ver nos olhos de quem quer que seja e muito menos nos olhos deste Sr Gaspar, mas eu vi!
Estão à vista de todos... Uns papos, logo ali, abaixo dos olhos.
Noites mal dormidas, preocupações próprias de ministro... consciência pesada (se é que há alguma). Porventura, deve ser a Troika que lhe tira umas boas horas de descanso (pensei)...
Nós, cidadãos, que aturamos esta gente toda, aguentamos (aquilo que os governantes vão proporcionando): as olheiras, os papos, as preocupações, as noites mal dormidas, etc ... As insinuações, as contradições, as vigarices e o cinismo deles é que são intoleráveis e desprezíveis.

Post Scriptum) Obrigada Gasparzito pelo elogio. Eu, enquanto funcionário pública, sinto orgulho por saber que passei de problema a solução para o problema. Somos inúmeros, pois somos, mas sempre vamos servindo para alguma coisa.

domingo, 18 de setembro de 2011

Afinal a Madeira era um buraco e não um jardim.

Afinal, a ilha da Madeira não era só um jardim!
Descobriram (só agora?) que havia por lá um enorme buraco e muitos nem sabiam (ou faziam de conta que não sabiam).
Mas agora que todos sabemos, apetece-nos maldizer esta corja de indivíduos que "abancam" no poder, que falam falam, acabando por não dizerem nada e o pior de tudo; até têm telhados de vidro!
Mais uma vez, a sabedoria popular tem o adágio certo para isto: "a verdade  vem sempre ao de cima".
Alberto João, agora que a Troika não deixou passar essa linda brincadeira, deixo esta questão no ar: vai continuar a bailar prá gentinha da Madeira (e do "Contenênte"), este seu "Bailinho da Madeira"?
Bem... e eu que estou farta destes políticos, desta política de sumir e desta Troika que comanda o cérebro de muita gente, vou mas é ver as gaivotas para arejar as ideias. Inté!  

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Bandeiras nacionais a meia haste?!... Os humilhados (nós) vs os prestigiados (eles)

 Qualquer diferença entre este ser "humano" e o gato, é pura semelhança. Ambos pertencem à espécie animal.


Calma. Não vos assustais! Não virei adepta do nazismo nem me tornei fã do Adolf Hitler.
Nesta vida, pergunto-me às vezes, o que me leva a simpatizar mais, menos ou mesmo nada, com esta ou aquela pessoa... Inexplicavelmente, nunca consegui simpatizar com a figura do Adolfo, o Furhor! 
Aquele bigode ridículo, as suas expressões, a sua voz, os seus gestos, o seu estilo, as suas manias, o seu tudo e mais alguma coisa, perfazem um conjunto de características que eu desprezo com todas as letras e mais algumas. 
Se há pessoa a quem me apetecia espetar uns bons pares de estaladas na cara, este Hitler, era sem dúvida alguma, o primeiro antes do senhor Bush, igualmente merecedor de outras tantas.
E perguntam vocês: "relogio"? Que estás para aí a dizer?... Agora viraste uma brutamontes, é?! :))
Não digo mas escrevo o seguinte: ontem, ouvi novamente aquele disparate vindo do comissário alemão, Gunther Oettinger, o tal que veio dizer que os países endividados deviam exibir as respectivas bandeiras nacionais a meia haste. 
Ora eu, cá com os meus botões, se já implico q.b. com esta gente e mais a americanada beligerante, pensei...
Os alemães (salvo raras excepções, claro), quer queiram quer não, admitam ou não, ainda não esqueceram os fantasmas de um passado nazi, altamente discriminatório, sectário, cruel e tudo aquilo que já sabemos desse triste período da História da humanidade. Creio portanto, que a maniazinha da superioridade continua entranhada nas ventas daquela gente. 
Não queria terminar esta mensagem sem um discurso do Furhor Adolfo. Foi um pequeno sacrifício da minha parte, perder uns minutos do meu tempo para o ouvir, acreditem. Sugiro que façam também o vosso e que tirem as vossas conclusões.