Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O pintor partiu, a obra ficou

Partir deste mundo aos 93 anos de idade, é um sinal claro de benevolência do meu "amigo" Tempo. Quando "ele" quer e quando nós queremos, o Tempo, é de facto nosso "amigo".
Mesmo que o artista deixe de fazer parte do mundo dos vivos, a obra fica.

                                        (Júlio Resende - serigrafias)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Quando os ossos originam arte

François Robert é um fotografo de origem suíça, radicado há vários anos nos Estados da América. 
Pouco conhecido na Europa, foi finalista em 2009 do mais importante evento na área da fotografia que ocorrre anualmente em Nova Iorque: “The International Photographer of the Year Award".
Tem realizado vários trabalhos na área da publicidade, porém, tem sido a fotografia artística que leva a crítica e o público das suas exposições a renderem-se perante a arte das originais obras fotográficas deste artista.
Convém recordar que gostos não se discutem e o gosto peculiar deste fotografo por ossos, poderá parecer-nos, a nós, algo invulgar, mórbido até.  
Os ossos sempre me fascinaram” - refere François Robert. 
Um dia, encontrou na net quem lhe fornecesse ossos - 206 na totalidade e todos "reais" (humanos portanto); o suficiente para dar largas à sua imaginação e a uma paixão ... esqueleticamente falando, claro.
Foi a partir deste momento que Robert dedicou parte do seu tempo, dando "corpo" ou forma, ao amontoado de ossos humanos que comprara. 
Deste trabalho, nasceram "formas icónicas marcantes de quase 2 metros": armas e ícones ligados à religião e à política; "as ferramentas utilizadas para a guerra e os temas comuns que dividem os inimigos". 
Apologista e defensor da não violência, foi precisamente recorrendo aos símbolos desta última, que titulou o resultado final desta invulgar forma de representação por "STOP THE VIOLENCE". 
(Mais informações sobre este fotografo, aqui, aqui e aqui)





quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Mudei de visual. Eu não, o blogue.

"A persistência da memória" de Dali irá descansar por uns tempos. Para o seu lugar,  uma outra forma de expressão artística: a fotografia.
Não sei qual foi o título dado pelo autor (seria "O relógio humano"?!...) mas o nome, neste caso, é apenas um pormenor porque, a simplicidade, a criatividade e a expressividade da foto, valem por mil títulos.
Para o Nuno Sacramento (com link), que faz da fotografia, um passatempo  (afinal, todos temos o nosso, não é verdade?!), vai o meu agradecimento público pela cedência da sua fotografia que tão bem assenta neste "passatempo" virtual.
Espero que gostem.