sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2016 - 2017

Dou por mim uma vez mais, talvez inconscientemente, a fazer este desnecessário, mas quiçá útil, exercício de memória barra/ retrospectiva barra/ balanço, sobre os restantes 364 dias deste ano que está prestes a terminar.
O usual nestas datas já todos sabem como é. 
São votos e mais votos.
Muita saúde (de facto sem ela dificilmente teremos o que se segue), trabalho, paz, e mais o resto. Incluo neste "resto" também, as expectativas que temos em relação ao futuro e às pessoas. 
Sobre pessoas refiro-me, claro, às mais chegadas; familiares, companheiro/a, amigos, colegas, entre outros.  
É nosso desejo que as expectativas não saiam defraudadas, sob pena de levarmos com uma grande decepção na tola, e a desdita nos apoquente o coração durante uns bons tempos. 
Este sistema rodopiante de vivências fugazes, superficiais e libertalistas no qual estamos envolvidos enquanto membros da sociedade, não é fácil e traz responsabilidades acrescidas, seja na vida pessoal, seja na vida social.
É preciso cada vez mais ser uma espécie de super homem ou de super mulher para que nos ENTENDAMOS DE VERDADE, sem filtros, sem medo de reclamar, sem medo de dizer, sem medo de opinar ou perguntar.   
Pessoas, cuja paciência é de curta duração. Pessoas que se cansam de outras demasiado depressa. Pessoas egocêntricas. Pessoas insatisfeitas. Pessoas irresolutas. Pessoas dissimuladas. Pessoas falsas. Pessoas violentas. E a lista continuaria por aí fora... 
Por todos os motivos, gostaríamos de manter distância de pessoas que possuam algumas destas características em doses potencialmente perigosas para a nossa saúde e bem-estar físico e mental. 
Que 2017 seja diferente para melhor! Que 2017 seja um dos melhores das vossas vidas!

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