sexta-feira, 8 de maio de 2015

Quando o vento se levanta

Do "Ladrão de molas" à "Castradora" vai a distância de umas semanas e uns cliques. 
Bastava uns quantos para deixar ao blogue dará dois textos que, afinal, não verão as luzes do mundo virtual.
Escrevi o "Ladrão de molas" há umas semanas.  Um título nonsense, pensarão, porém, baseado numa situação verídica da vida pessoal... Da minha.
Escrevi o segundo texto, hoje, na minha hora de almoço. Um título ousado que eu mesma usei para expressar algo perante outra situação da vida pessoal. Da minha, mais uma vez.   
Por vezes parecemos ou somos como o vento. Mudamos de direcção. Não que sejamos uns cataventos ou que convenha orientar-nos para o lado que dá mais jeito, digo, lado que nos é mais favorável.
Por vezes parecemos ou somos como o vento, porque queremos sacudir, levar para longe folhas secas ou levar o que nos impede de ver melhor o chão que pisamos. 
Esta noite resolvi ser vento; levar para longe textos/pensamentos que me secam a paciência e a alma. 
A partir de hoje - se é que alguma vez esperaram - não esperem pelo tiquetaque do Relógio de Corda. 
Estarei oficialmente ausente deste "passatempo" por tempo indeterminado.
Votos de bom fim-de-semana ao som desta boa ventania musical.