segunda-feira, 30 de junho de 2014

La Fleur (Mathieu Chedid)

Une dédicace à toutes les fleurs victimes de la pollution.
Boa semana!

 

La Fleur, par Mathieu Chedid

J'ai aimé une fleur
Elle m'a appris l'amour
Elle m'a appris les pleurs
C'était si naturel
J'étais tellement pollué
Elle était tellement belle
J'aimais la renifler

La fleur
Alors je ferme les yeux
Pour reprendre des couleurs
Mais l'orage m'émeut
Et le noir me fait peur
La tristesse m'assassine
C'est la mort qui m'effleure
J'ai perdu c'est un signe
Capucine la fleur

La fleur

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Little Bird

                                                                                       (foto Google)

«...Open your window and look upon
All the kinds of alive you can be
Be still, be light, believe me...»
Fly Little Bird, fly! 
 Smiley
 Para a restante letra, clicar aqui

quinta-feira, 19 de junho de 2014

O Mar de Sophia, pela voz de Andrés Stagnaro

Os franceses utilizam a palavra "frisson" para definir uma sensação intensamente agradável.
Que frisson senti ao ouvir este poema da nossa Sophia de Mello Breyner, tão bem musicado e cantado!
Interpreta-o Andrés Stagnaro, um cantautor e poeta uruguaio. 
E creio não estar a cometer nenhuma barbaridade se escrever que, este homem é um grande amigo de Portugal e de muitos portugueses.
Votos antecipados de bom fim-de-semana.
 Smiley

(Mais sobre Andrés Stagnaro,aqui)
 
 
Mar
I
De todos os cantos do mundo
Amo com um amor mais forte e mais profundo
Aquela praia extasiada e nua,
Onde me uni ao mar, ao vento e à lua
.
II
Cheiro a terra as árvores e o vento
Que a Primavera enche de perfumes
Mas neles só quero e só procuro
A selvagem exalação das ondas
Subindo para os astros como um grito puro.

Sophia de Mello Breyner, in Poesia, 1944

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Que tal este filme? "Une jeune fille"...


Se existem pessoas de poucas falas, será assim tão incorrecto falarmos em filmes de poucas falas, também?!
É minha opinião de que este "Une jeune fille" é um filme de poucas falas, mas que vale pela sua profundidade, pelos contrastes visuais e sonoros, e sobretudo, pelas paisagens lindíssimas de um Canadá rural.
A sinopse resume-se a pouco mais do que isto:
Uma adolescente solitária cuida da mãe, que acaba por morrer.
Sai de casa com a fotografia de um lugar onde a progenitora sonhava voltar de novo.
Na procura desse lugar simbólico, algures perto do mar, encontra alguém que lhe dá abrigo...

Pode uma menina chegar ao coração empedernido de outra pessoa?... Talvez sim. Talvez não.
O final é uma narrativa aberta...

(Nota: os filmes estão legendados)
http://www.g1filmesbrasil.net/2014/05/une-jeune-fille-legendado.html
ou
http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-une-jeune-fille-legendado-online.html

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A caixa dos segredos, que não é

A caixa dos segredos
não é caixa nenhuma
e não guarda segredos, não
os segredos
guardo-os eu
numa caixinha
chamada coração 

(poema escrito em parceria com os alunos do 1º e 2º ano)

Termina neste dia, o ano lectivo 2013/2014.
Em Setembro há-de chegar um novo ano... No mesmo lugar, os mesmos alunos, as mesmas rotinas,...
Em Setembro há-de chegar igualmente o começo de um tempo novo,...
Pelo menos, espera-se que seja assim.

E para terminar, um sorriso secreto.
A versão original pertence a esta banda, no entanto, o Secret Smile dos Semisonic ficou igualmente bem entregue na voz desta jovem britânica.
Audrey Begley é parcialmente cega devido a um glaucoma e tem esta voz maravilhosa.    
Bom fim-de-semana.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Silêncio de ouro

Dos meandros da imaginação, reza a lenda que um dia o silêncio se cruzou com o ruído, e ambos começaram a discutir sobre a importância de um e de outro.
Inconclusivos, o silêncio, que era sensato e compreensivo, pegou na mão do ruído, que era irrequieto e precipitado. Os dois decidiram, então, conviver em harmonia.
Sempre que o ruído subia de tom ou falava demasiado, o silêncio vestia-se de ouro e acalmava-o.
 

domingo, 1 de junho de 2014

Pourquoi down?

Este espaço estará temporiamente "down", "out of service", que é como quem diz, ainda mais inativo do que tem estado nos últimos Tempos.
Os "Relógios", sobretudo, os humanos, também têm os seus contratempos profissionais e pessoais.
Até sempre.

POURQUOI?

Você me pergunta: Porquoi?
Eu te respondo: Et bien je ne sais pas vraiment.
Há momentos em que se foram as escolhas.
Sobraram gestos, pensamentos,
Restolhos de mim mesmo.
As sombras tomaram conta.
Talvez, o oceano, Tsunami.
O vulcão. Sei lá.
O vento que balança.
O precipício final e o terremoto.
Nada disso importa.
Só faltou o braço estendido,
A mão amiga,
A força para driblar o destino
E salvar.
Hoje, estou um pouco
Down, down, down.

Claudio Antunes B.