"Os dias talvez sejam iguais para um relógio mas não para um homem" Marcel Proust

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Vejam bem...

Quando se é bom, seja na arte que se abraçou, seja nas convicções defendidas, tudo passa para além do tempo, tudo se transforma em intemporalidade. A confirmar esta minha afirmação, estão os 25 anos passados depois da sua morte e mesmo assim, continuamos a ouvir músicas da sua autoria cantadas por novos e velhos.
Já sabem de quem eu estou a falar...
"Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem se põe a pensar". 
Pois não há não...


(Fado em Si Bemol - Pedro Matos, na voz)

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